Há uma semana, escrevi na minha página do Facebook (e agora aqui) o que me parecia ser o desenvolvimento imediato da guerra à luz da minha interpretação astrológica. Parece-me que os acontecimentos desta última semana foram muito no sentido do que vi e descrevi (mas eu sou suspeita).
Entretanto, amanhã é dia 10 e acredito/espero/desejo/projecto com toda a minha distorção que comecemos a ver a outra fase a que também aludi (ou será que iludi?).
A Astrologia tem vários ramos, várias áreas específicas de estudo e de aplicação. Um deles é a Astrologia mundana que estuda o mundo, as civilizações, os países, os movimentos de larga escala, a política, as relações internacionais e, consequentemente, as guerras.
A Astrologia mundana não é de todo a minha praia… pois eu dedico-me é à Astrologia Natal, a estudar o teu mapa astrológico e a fazer filmes contigo, em que o argumento está escrito no céu à nascença e o protagonista és sempre tu. No entanto, apetece-me partilhar o que vejo sobre o assunto do momento mesmo que, com o meu filme cósmico, não seja nomeada para o óscar da melhor intérprete.
Desde o início de Janeiro que os nodos lunares ingressaram no eixo Escorpião-Touro que é eixo de integração de guerra e paz e por isso naturalmente este tema faz parte do conjunto de desafios que temos colectivamente para o próximo ano e meio. O nodo Sul, ou como eu gosto de dizer, a casca de banana onde a humanidade escorrega, está em Escorpião (signo da guerra, do abuso) e o nodo Norte, ou a cenoura que motiva a humanidade para a sua evolução, está em Touro (signo da paz, dos recursos).
Entretanto, os seus regentes Marte (o impulso para o ataque) e Vénus (o desejo de negociação e acordo) começaram a aproximar-se e desde final de Janeiro caminham juntos em Capricórnio que é o signo onde a realidade é mais dura e densa e onde o militar Marte se exalta e por isso fica mais confiante. No dia 16 de Fevereiro, eu não me recordo o que de significativo aconteceu na Terra, mas no Céu esse foi o dia em que Marte ultrapassou Vénus (coisa rara, pois a vénus costuma ser mais rápida do que Marte). Desde então, a Vénus (negociação e acordo) ficou para trás, atrás de Marte (combate) e ambos começaram a fazer conjunção com Plutão (planeta que intensifica até ao extremo tudo em que toca) e, portanto, a situação começou a aquecer e a agravar-se.
A invasão deu-se no dia 24, no momento do quarto minguante da Lua (o que pode indicar que a guerra não será para durar muito) e com o Nodo Norte em conjunção com a estrela fixa algol (considerada a estrela mais maléfica).
Entre os dias 2 e 3, Marte e Vénus estão a fazer conjunção exacta com Plutão no grau 27 de Capricórnio, que é especificamente o grau em que Marte está super exaltado o que parece indicar que estes dias são/serão os mais intensos do cenário de destruição (Plutão).
Felizmente, no dia 6 de Março, a Vénus, que tem vindo a recuperar velocidade, vai ultrapassar Marte e isso acontece já em Aquário onde Marte não tem tanta força e a Vénus pode assim apresentar os seus termos ao Saturno (o ditador). Diria que a partir daí o cenário começa a mudar, não é que se torne pacífico (nada disso, até porque Marte e Vénus ainda têm muito para andar em Aquário até chegar a Saturno e à quadratura com os nodos!) mas o campo de batalha muda para algo mais aquariano, mais virtual, tecnológico, inteligente, “aéreo,” onde em vez da demonstração da eficácia da força militar importa a demonstração do fluxo de colaboração dentro do grupo a que se pertence (quem são os meus?) e o quão à frente do tempo se está.
No dia 10, Mercúrio entra em Peixes e o ciclo de lunação entra na fase primeiro quarto (quarto crescente) com a Lua em Gémeos e isso mostra novas informações que geram uma mudança de interesses e de direcção (desmobilização) e abrem-se portas para outras possibilidades e movimentações. Se Deus quiser e a tua oração colaborar, isso será a activação do milagre e da desformatação que o Sol, Júpiter e Neptuno em Peixes têm vindo a preparar.
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